terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

A menina que roubava livros...


Um propósito.E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas
e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto
da sua própria vida,sempre com a assistência de Hans, acordeonista
amador e amável, e Max Vandenburg, o judeu do porão,o amigo quase
invisível de quem ela prometera jamais falar.

Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como
Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca
teve, ou a mulher do prefeito ,sua melhor amiga que ela demorou
a perceber como tal.Alguns apenas passam por sua vida, outros
a acompanham até que não lhes seja mais possível,outros
estão mais perto do que parecem.
Mas só quem está a seu lado por todas as 500 páginas de
A menina que roubava livros,só quem testemunha
a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida
salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora.Um dia todos
irão conhece-la.Mas ter a sua história contada por ela
é para poucos.Tem que valer a pena.

QUANDO A MORTE CONTA UMA HISTÓRIA ,VOCE DEVE PARAR PARA LER. MARKUS ZUSAK

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